sábado, 9 de abril de 2016

A TRAVESSA DOS BRUNOS ESTÁ MAIS BONITA




Com a colocação de pilaretes, um banco para  descanso   dos caminhantes e a plantação de uma Laranjeira, a Travessa dos Brunos, à Pampulha, ficou mais bonita.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

RUAS EM FESTA NA PAMPULHA

O comércio sai à rua

Animação de rua
A população correspondeu ao convite
A disposição das bancas (vista parcial)
Centro de Convívio do Centro Social e Paroquial de S. Francisco de Paula
Grupo de Teatro do centro de dia Frei Miguel Contreiras
Quinteto de música de câmara da Banda da Armada

terça-feira, 22 de março de 2016

COMEMORAÇÃO DO DIA DA ÁRVORE NA PAMPULHA

COMEMORAÇÃO DO DIA MUNDIAL DA ÁRVORE E DA FLORESTA NA PAMPULHA

No passado dia 21 de Março, crianças da Freguesia da Estrela, comemoraram o Dia Mundial da Árvore e da Floresta, com a plantação de duas Laranjeiras, nas escadinhas da Av. Infante Santo, frente ao Dispensário de Alcântara, Símbolo do Gabinete da Pampulha.

Esta cerimónia, plena  de   simbolismo, que contou com  a presença do Sr. Presidente   da Junta  de Freguesia da Estrela, Dr, Luís Newton, pretendeu desenvolver nas nossas crianças   o   amor   pelas árvores que surge de uma forma natural do seu conhecimento, e do contacto físico com elas e com a terra que as suporta e sustenta.

Pinto Soares






quinta-feira, 17 de março de 2016

HISTÓRIA DO MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA, TAMBÉM CONHECIDO POR MUSEU DAS JANELAS VERDES





O Anexo. Entrada para o Museu pelo Jardim 9 de Abril


O Museu Nacional de Arte Antiga, também conhecido por Museu das Janelas Verdes, por se situar na rua com o mesmo nome, encontra-se instalado no palácio dos Condes de Alvor, frente ao Largo Dr. José de Figueiredo, por onde tem uma entrada.

Entrada do Museu Nacional de Arte Antiga pelo Largo Dr. José de Figueiredo 

O Palácio de Alvor foi mandado construir no séc. XVII por D. Francisco de Távora, 1.º Conde de Alvor, tendo passado a ser conhecido como Palácio de Alvor-Pombal, porque, em 1759, o edifício foi adquirido por Paulo de Carvalho e Mendonça, irmão do Marquês de Pombal que, por morte do primeiro, passou a ser proprietário do palácio, tendo este ficado na posse da sua família por mais de um século.

Placa Toponímica à entrada do Largo Dr. José de Figueiredo com o nome do primeiro director do Museu Nacional de Arte Antiga
Largo Dr, José de Figueiredo e Chafariz das Janelas Verdes


Ao falarmos do Largo Dr. José de Figueiredo não podemos deixar de fazer referência ao Chafariz das Janelas Verdes, Classificado Imóvel de Interesse Público em 10 de Agosto de1998 pela portaria n.º 512/98 do Diário da República (I-Série-B), n.º 183. Faz parte do conjunto dos cinco chafarizes adossados ao Ramal das Necessidades do Aqueduto das Águas Livres: O do Jardim Olavo Bilac, o da Praça da Armada, o das Terras, o da Cova da Moura e o das Janelas Verdes, todos na Freguesia da Estrela.

Este chafariz, de arquitectura barroca, foi edificado em mármore branco e rosa no ano de 1775, baseado no projecto do arquitecto Reinaldo Manuel dos Santos, possuindo várias esculturas de António Machado, das quais sobressai o grupo escultórico, representando uma alegoria ao Amor e à Água com as figuras de um golfinho e a do Cupido que oferece uma seta a Vénus.

Em 1884 o actual Museu Nacional de Arte Antiga foi adquirido pelo Estado Português, sendo hoje um organismo oficial dependente do Instituto Português de Museus.



Em 1918 é demolido o Mosteiro das Freiras Carmelitas Descalças, também conhecido por Convento das Albertas, nome derivado do seu patrono, Santo Alberto, contíguo ao palácio Alvor, para aí ser construído o edifício ANEXO tal como o conhecemos ainda hoje, que só foi inaugurado em 1940 com a exposição dos Primitivos Portugueses, comemorativa dos 800 anos de história portuguesa e dá entrada principal ao Museu, pelo Jardim 9 de Abril.

Do Convento das Albertas existe ainda a capela e a cerca onde foi construído o Jardim 9 de Abril.


Capela do Convento das Albertas


A CRIAÇÃO DO MUSEU DE ARTE ANTIGA COMO RESULTADO DA REVOLUÇÃO LIBERAL



Com a abolição das Ordens Religiosas por decreto de 28 de Maio de 1834, logo no dia seguinte ao da convenção de Évora-Monte que acabou com a guerra civil entre absolutistas e liberais, o novo poder entregou ao Estado muitas centenas de objectos pertencentes aos mosteiros.

Estes objectos, nomeadamente quadros foram colocados em depósito no extinto convento de S. Francisco da Cidade onde, desde 1836 está sediada a Academia Nacional de Belas Artes.

Foi, no entanto, necessário esperar até 1882 com a realização da célebre exposição de Arte Ornamental, inaugurada pelo Rei D. Luis I, realizada nas salas do Palácio dos Condes de Alvor, por essa altura alugado pelo Estado por um período de trinta anos, para o aparecimento de um Museu Nacional de Belas Artes.

Dois anos depois, o palácio de Alvor seria comprado pelo Estado e receberia as colecções que estavam à guarda da Academia de Belas Artes. Estava assim criado o Museu Nacional de Belas Artes e Arqueologia que passaria, em 1911 depois da implantação da república, a Museu Nacional de Arte Antiga.

Depois da implantação da república dá-se a entrada no museu de nova leva de peças provenientes dos Palácios Reais, entre os quais o Palácio das Necessidades, morada dos últimos Reis de Portugal.



João Pinto Soares


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

O CHAFARIZ DA COVA DA MOURA NA AVENIDA INFANTE SANTO


O CHAFARIZ DA COVA DA MOURA NA AVENIDA INFANTE SANTO

O Chafariz da Cova da Moura em 1950

O Chafariz da Cova da Moura na actualidade



Venho aqui apresentar a comunicação que proferi na reunião pública da Câmara Municipal de Lisboa de 27 de Janeiro de 2016 e que mereceu por parte do Sr. Vereador Manuel Salgado a promessa de que a  recuperação do Chafariz da Cova da Moura e a sua possível integração no jardim previsto para o Geomonumento que o contém, iriam ser estudadas e tidas em consideração. Estas são , para já, boas notícias. 


Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Exmos. Srs. Vereadores
Minhas Senhoras e meus Senhores

Sou João Pinto Soares e aqui represento a Associação Lisboa Verde.

Pretendo chamar a   atenção de V.Exas. para o estado actual do Chafariz   da   Cova   da  Moura na Avenida Infante Santo e para a necessidade urgente da sua recuperação, bem como da salvaguarda do geomonumento que o contem, para usufruto dos Lisboetas.

O Chafariz da Cova da Moura, mandado fazer por aviso de 9 de Fevereiro de 1786, adossado ao Aqueduto das Águas Livres, que o alimentava,   abastecia o  quartel da Cova da  Moura, existente na  antiga Rua  da Torre da Pólvora, tendo ambos (quartel e rua) sido demolidos em 1939 para dar lugar à abertura da Av. Infante Santo.

Encontra-se situado no afloramento calcário com sílex (Cenomaniano, com cerca de 97 milhões de anos) aceite como Geomonumento pela Câmara Municipal de Lisboa, em protocolo estabelecido com o Museu Nacional de História Natural,  em 22 de Junho de 1998,  como    ocorrência geológica a preservar. Este afloramento é delimitado pela Calçada das Necessidades e Av. Infante Santo, Freguesia da Estrela. 

O Aqueduto das Águas Livres está  classificado Monumento Nacional    por  Decreto de 16 de Junho de 1910, publicado a 23 de Junho de 1910.

O Chafariz da Cova da Moura, sendo abastecido pelo Aqueduto das Águas Livres através duma galeria que o liga ao sistema   principal, faz assim parte  integrante  do   Aqueduto   das   Águas   Livres pelo   que se encontra classificado pelo Decreto n.º 5/2002, DR. 42, 1ª série – B de 19-02-2002, como Monumento Nacional (MN). Decreto que alargou a classificação do Aqueduto das Águas Livres aos seus aferentes e correlacionados.

Embora classificado Monumento Nacional,  o Chafariz   da   Cova da Moura encontra-se há muito abandonado e entregue  à degradação provocada   pelos   elementos naturais e pela incúria do homem, sendo inserto  o seu futuro, já  que existe um projecto urbanístico para  o   geomonumento que   o   contem  e  sua zona envolvente, tendo-se iniciado   já as    obras   para    a  construção  do parque de estacionamento subterrâneo para automóveis   na Rua  Embaixador Teixeira   de   Sampaio  e   Av. Infante    Santo  (Proc. 40/EDI/2011 – Alvará n.º 17/CE/3014), investimento   conjunto   da  Empark   e do Hospital CUF Infante Santo, da José de Melo Saúde .

Tais    obras   configuram  a fase inicial de um processo que  engloba também, por um lado, a construção  de   um elevador   de ligação à Calçada das Necessidades, a  construção de um  jardim sobre o geomonumento, e por outro, a construção   de  habitações na parte da   Calçada   das  Necessidades, nos. 8-8A e 10-10A,   projectos   em estudo na CML.

Porque quanto ao Chafariz da Cova da Moura, embora Monumento Nacional, nada   é    referido, a Associação    Lisboa   Verde   vê  com  grande preocupação  a   resposta da Câmara Municipal de Lisboa ao requerimento do Gabinete dos Vereadores do  PCP, de 11 de Março de 2015,  referente à possível recuperação do  Chafariz  da Cova da Moura.

De facto, tal resposta,  parece estar de acordo com os pareceres de   diversas   entidades     que, tendo   como    obrigação   a   defesa do património  nacional, em vez  de propor a   recuperação do Chafariz da   Cova   da   Moura, preconizam   a   sua demolição, tendo  como fundamento o estado de ruína.

Lembramos  que   no   ano   de 1878    também  parte do   Mosteiro     dos Jerónimos esteve em ruínas e nem por  isso foi demolido, antes recuperado. Assim, o chafariz da  cova   da Moura , embora   tenha sofrido   os    efeitos  desgastantes    da passagem    dos   anos,  sem   qualquer   intervenção,  está  em condições de poder ser recuperado, assim  haja  vontade para o  fazer.

Não  queremos   acreditar   que   o desenvolvimento   da   urbanização agora em curso seja a causa da impossibilidade de recuperação do Chafariz da Cova da Moura.

Termino apelando a Vexas. Para que não permitam a  demolição do   Chafariz   da   Cova   da    Moura, antes    procedam    à sua     rápida   recuperação, impedindo  a repetição   dos  atropelos  verificados no   local  no  tempo   do   Estado  Novo ,  quando em Setembro de 1949 se procedeu  à   dinamitação   dos   arcos   do   Aqueduto para  a  passagem da Av. Infante   Santo. Não   queremos que o tempo volte para trás.

Juntamos fotografias   do estado   actual do  Chafariz   da Cova da  Moura e  do  que  ele   era em 1950, quando da abertura da Av. Infante Santo.

                Obrigado pela vossa atenção.

                                                              João Pinto Soares
                                                              Lisboa, 27 de Janeiro de 2016

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

BIBLIOTECA ITINERANTE DA CML NA PRAÇA DA ARMADA

BIBLIOTECA ITINERANTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA NA PRAÇA DA ARMADA




A Pampulha ganhou uma mais valia cultural importante com a presença quinzenal na Praça da Armada da Biblioteca Itinerante da Câmara Municipal de Lisboa.

De facto,  quinzenalmente, à  Quinta-feira,  das 14 às 18 horas, os interessados poderão solicitar o cartão de leitor, mediante a apresentação de prova de identificação e morada, requisitar gratuitamente documentos e levá-los para casa por empréstimo.

A viatura  está equipada com una biblioteca em livre acesso, de temática variada  em diferentes suportes (livros, cd´s, dvd´s, cd´roms, jornais e revistas) e um serviço de multimédia que permite aceder às novas tecnologias.

Dispõe de serviço de  referência, de empréstimo domiciliário, de empréstimo inter-bibliotecas municipais e consulta local, para além do acesso  gratuito à internet e ao catálogo colectivo das BLX.

Telefones: 218170544; 910238089.

Saiba mais em: lx.cm-lisboa.pt