Com a colocação de pilaretes, um banco para descanso dos caminhantes e a plantação de uma Laranjeira, a Travessa dos Brunos, à Pampulha, ficou mais bonita.
Este blogue surge como uma oportunidade de partilha de recordações, de experiências e de solidariedade entre todos aqueles que de alguma forma se identificam com este local tão especial da cidade de Lisboa. Pretende ainda servir de apoio a quem necessite de informações ou de ajuda de carácter cultural ou social. Deve também contribuir para a divulgação da Pampulha e para a solução dos seus problemas urbanos. Contacte para: gabinetepampulha@gmail.com
sábado, 9 de abril de 2016
A TRAVESSA DOS BRUNOS ESTÁ MAIS BONITA
Com a colocação de pilaretes, um banco para descanso dos caminhantes e a plantação de uma Laranjeira, a Travessa dos Brunos, à Pampulha, ficou mais bonita.
quinta-feira, 7 de abril de 2016
RUAS EM FESTA NA PAMPULHA
terça-feira, 22 de março de 2016
COMEMORAÇÃO DO DIA DA ÁRVORE NA PAMPULHA
COMEMORAÇÃO DO DIA MUNDIAL DA ÁRVORE E DA FLORESTA NA PAMPULHA
No passado dia 21 de Março, crianças da Freguesia da Estrela, comemoraram o Dia Mundial da Árvore e da Floresta, com a plantação de duas Laranjeiras, nas escadinhas da Av. Infante Santo, frente ao Dispensário de Alcântara, Símbolo do Gabinete da Pampulha.
Esta cerimónia, plena de simbolismo, que contou com a presença do Sr. Presidente da Junta de Freguesia da Estrela, Dr, Luís Newton, pretendeu desenvolver nas nossas crianças o amor pelas árvores que surge de uma forma natural do seu conhecimento, e do contacto físico com elas e com a terra que as suporta e sustenta.
Pinto Soares
No passado dia 21 de Março, crianças da Freguesia da Estrela, comemoraram o Dia Mundial da Árvore e da Floresta, com a plantação de duas Laranjeiras, nas escadinhas da Av. Infante Santo, frente ao Dispensário de Alcântara, Símbolo do Gabinete da Pampulha.
Esta cerimónia, plena de simbolismo, que contou com a presença do Sr. Presidente da Junta de Freguesia da Estrela, Dr, Luís Newton, pretendeu desenvolver nas nossas crianças o amor pelas árvores que surge de uma forma natural do seu conhecimento, e do contacto físico com elas e com a terra que as suporta e sustenta.
Pinto Soares
quinta-feira, 17 de março de 2016
HISTÓRIA DO MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA, TAMBÉM CONHECIDO POR MUSEU DAS JANELAS VERDES
| O Anexo. Entrada para o Museu pelo Jardim 9 de Abril |
O Museu Nacional de Arte Antiga, também conhecido por Museu das Janelas Verdes, por se situar na rua com o mesmo nome, encontra-se instalado no palácio dos Condes de Alvor, frente ao Largo Dr. José de Figueiredo, por onde tem uma entrada.
![]() |
| Entrada do Museu Nacional de Arte Antiga pelo Largo Dr. José de Figueiredo |
O Palácio de Alvor foi mandado construir no séc. XVII por D. Francisco de Távora, 1.º Conde de Alvor, tendo passado a ser conhecido como Palácio de Alvor-Pombal, porque, em 1759, o edifício foi adquirido por Paulo de Carvalho e Mendonça, irmão do Marquês de Pombal que, por morte do primeiro, passou a ser proprietário do palácio, tendo este ficado na posse da sua família por mais de um século.
| Placa Toponímica à entrada do Largo Dr. José de Figueiredo com o nome do primeiro director do Museu Nacional de Arte Antiga |
Largo Dr, José de Figueiredo e Chafariz das Janelas Verdes
|
Ao falarmos do Largo Dr. José de Figueiredo não podemos deixar de fazer referência ao Chafariz das Janelas Verdes, Classificado Imóvel de Interesse Público em 10 de Agosto de1998 pela portaria n.º 512/98 do Diário da República (I-Série-B), n.º 183. Faz parte do conjunto dos cinco chafarizes adossados ao Ramal das Necessidades do Aqueduto das Águas Livres: O do Jardim Olavo Bilac, o da Praça da Armada, o das Terras, o da Cova da Moura e o das Janelas Verdes, todos na Freguesia da Estrela.
Este chafariz, de arquitectura barroca, foi edificado em mármore branco e rosa no ano de 1775, baseado no projecto do arquitecto Reinaldo Manuel dos Santos, possuindo várias esculturas de António Machado, das quais sobressai o grupo escultórico, representando uma alegoria ao Amor e à Água com as figuras de um golfinho e a do Cupido que oferece uma seta a Vénus.
Em 1884 o actual Museu Nacional de Arte Antiga foi adquirido pelo Estado Português, sendo hoje um organismo oficial dependente do Instituto Português de Museus.
Em 1918 é demolido o Mosteiro das Freiras Carmelitas Descalças, também conhecido por Convento das Albertas, nome derivado do seu patrono, Santo Alberto, contíguo ao palácio Alvor, para aí ser construído o edifício ANEXO tal como o conhecemos ainda hoje, que só foi inaugurado em 1940 com a exposição dos Primitivos Portugueses, comemorativa dos 800 anos de história portuguesa e dá entrada principal ao Museu, pelo Jardim 9 de Abril.
Do Convento das Albertas existe ainda a capela e a cerca onde foi construído o Jardim 9 de Abril.
A CRIAÇÃO DO MUSEU DE ARTE ANTIGA COMO RESULTADO DA REVOLUÇÃO LIBERAL
Com a abolição das Ordens Religiosas por decreto de 28 de Maio de 1834, logo no dia seguinte ao da convenção de Évora-Monte que acabou com a guerra civil entre absolutistas e liberais, o novo poder entregou ao Estado muitas centenas de objectos pertencentes aos mosteiros.
Estes objectos, nomeadamente quadros foram colocados em depósito no extinto convento de S. Francisco da Cidade onde, desde 1836 está sediada a Academia Nacional de Belas Artes.
Foi, no entanto, necessário esperar até 1882 com a realização da célebre exposição de Arte Ornamental, inaugurada pelo Rei D. Luis I, realizada nas salas do Palácio dos Condes de Alvor, por essa altura alugado pelo Estado por um período de trinta anos, para o aparecimento de um Museu Nacional de Belas Artes.
Dois anos depois, o palácio de Alvor seria comprado pelo Estado e receberia as colecções que estavam à guarda da Academia de Belas Artes. Estava assim criado o Museu Nacional de Belas Artes e Arqueologia que passaria, em 1911 depois da implantação da república, a Museu Nacional de Arte Antiga.
Depois da implantação da república dá-se a entrada no museu de nova leva de peças provenientes dos Palácios Reais, entre os quais o Palácio das Necessidades, morada dos últimos Reis de Portugal.
João Pinto Soares
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
O CHAFARIZ DA COVA DA MOURA NA AVENIDA INFANTE SANTO
O CHAFARIZ DA COVA DA MOURA NA AVENIDA INFANTE SANTO
O Chafariz da Cova
da Moura na actualidade
Venho aqui apresentar a comunicação
que proferi na reunião pública da Câmara Municipal de Lisboa de 27 de Janeiro de
2016 e que mereceu por parte do Sr. Vereador Manuel Salgado a promessa de que a
recuperação do Chafariz da Cova da Moura e a sua possível integração no jardim
previsto para o Geomonumento que o contém, iriam ser estudadas e tidas em
consideração. Estas são , para já, boas notícias.
Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de
Lisboa
Exmos. Srs. Vereadores
Minhas Senhoras e meus Senhores
Sou João Pinto Soares e aqui represento a Associação
Lisboa Verde.
Pretendo chamar a
atenção de V.Exas. para o estado actual do Chafariz da
Cova da Moura na Avenida Infante Santo e para a necessidade urgente da sua recuperação, bem como da salvaguarda do geomonumento
que o contem, para usufruto dos Lisboetas.
O Chafariz da Cova da Moura, mandado fazer por aviso de 9 de Fevereiro de 1786, adossado ao
Aqueduto das Águas Livres, que o alimentava,
abastecia o quartel da Cova
da Moura, existente na antiga Rua da Torre da Pólvora, tendo ambos (quartel e
rua) sido demolidos em 1939 para dar lugar à abertura da Av. Infante
Santo.
Encontra-se situado no afloramento calcário com sílex (Cenomaniano, com cerca de 97 milhões de anos) aceite como Geomonumento pela Câmara Municipal de Lisboa, em protocolo
estabelecido com o Museu Nacional de História Natural, em 22 de Junho
de 1998, como
ocorrência geológica a preservar.
Este afloramento é delimitado pela Calçada das Necessidades e Av. Infante Santo,
Freguesia da Estrela.
O Aqueduto das Águas Livres está classificado Monumento Nacional por
Decreto de 16 de Junho de 1910,
publicado a 23 de Junho de 1910.
O Chafariz da Cova da Moura, sendo abastecido pelo
Aqueduto das Águas Livres através duma galeria que o liga ao sistema principal, faz assim parte
integrante do Aqueduto
das Águas Livres pelo que se encontra classificado pelo Decreto
n.º 5/2002, DR. 42, 1ª série – B de 19-02-2002, como Monumento Nacional (MN).
Decreto que alargou a classificação do Aqueduto das Águas Livres aos seus
aferentes e correlacionados.
Embora classificado Monumento Nacional, o Chafariz
da Cova da Moura encontra-se há
muito abandonado e entregue à degradação
provocada pelos
elementos naturais e pela incúria do homem, sendo inserto o seu futuro, já que existe um projecto urbanístico para o geomonumento que o
contem e sua
zona envolvente, tendo-se iniciado já as
obras para
a construção do parque de estacionamento subterrâneo para
automóveis na Rua Embaixador Teixeira de
Sampaio e Av.
Infante Santo (Proc. 40/EDI/2011 – Alvará n.º 17/CE/3014),
investimento conjunto
da Empark
e do Hospital CUF Infante Santo,
da José de Melo Saúde .
Tais obras
configuram a fase inicial de um processo que engloba também, por um lado, a
construção de
um elevador de ligação à Calçada das Necessidades,
a construção de um
jardim sobre o geomonumento, e por
outro, a construção de habitações na parte da Calçada
das Necessidades, nos. 8-8A e
10-10A, projectos em
estudo na CML.
Porque quanto ao Chafariz da Cova da Moura, embora
Monumento Nacional, nada é
referido, a Associação Lisboa
Verde vê com
grande preocupação a resposta da Câmara Municipal de Lisboa ao
requerimento do Gabinete dos Vereadores do PCP, de 11 de Março de 2015, referente à possível recuperação do Chafariz
da Cova da Moura.
De facto, tal resposta,
parece estar de acordo com os pareceres de diversas
entidades que, tendo como
obrigação a
defesa do património nacional, em
vez de propor a recuperação do Chafariz da Cova
da Moura, preconizam a
sua demolição, tendo como fundamento o estado de
ruína.
Lembramos que
no ano
de 1878 também
parte do Mosteiro
dos Jerónimos esteve em ruínas e nem por isso foi demolido, antes recuperado. Assim, o
chafariz da cova
da Moura , embora tenha
sofrido os
efeitos desgastantes da passagem dos
anos, sem qualquer intervenção, está em condições de poder ser recuperado,
assim haja vontade para o fazer.
Não queremos acreditar que o desenvolvimento da
urbanização agora em curso seja a causa da impossibilidade de recuperação
do Chafariz da Cova da Moura.
Termino apelando a Vexas. Para que não permitam a demolição do
Chafariz da
Cova da
Moura, antes procedam
à sua rápida
recuperação, impedindo a
repetição dos atropelos verificados no local
no tempo
do Estado Novo , quando em Setembro de 1949 se procedeu à dinamitação
dos arcos
do Aqueduto para a
passagem da Av. Infante Santo.
Não queremos que o tempo volte para
trás.
Juntamos fotografias
do estado actual do Chafariz
da Cova da Moura e do que
ele era em 1950, quando da
abertura da Av. Infante Santo.
Obrigado pela vossa atenção.
João Pinto
Soares
Lisboa, 27 de Janeiro de
2016
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
BIBLIOTECA ITINERANTE DA CML NA PRAÇA DA ARMADA
BIBLIOTECA ITINERANTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA NA PRAÇA DA ARMADA
A Pampulha ganhou uma mais valia cultural importante com a presença quinzenal na Praça da Armada da Biblioteca Itinerante da Câmara Municipal de Lisboa.
De facto, quinzenalmente, à Quinta-feira, das 14 às 18 horas, os interessados poderão solicitar o cartão de leitor, mediante a apresentação de prova de identificação e morada, requisitar gratuitamente documentos e levá-los para casa por empréstimo.
A viatura está equipada com una biblioteca em livre acesso, de temática variada em diferentes suportes (livros, cd´s, dvd´s, cd´roms, jornais e revistas) e um serviço de multimédia que permite aceder às novas tecnologias.
Dispõe de serviço de referência, de empréstimo domiciliário, de empréstimo inter-bibliotecas municipais e consulta local, para além do acesso gratuito à internet e ao catálogo colectivo das BLX.
Telefones: 218170544; 910238089.
Saiba mais em: lx.cm-lisboa.pt
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Subscrever:
Mensagens (Atom)



