PAINEIS DE AZULEJOS DE SANTOS NAS FACHADAS DE PRÈDIOS EM LISBOA
FREGUESIA DA MISERICÓRDIA
Este blogue surge como uma oportunidade de partilha de recordações, de experiências e de solidariedade entre todos aqueles que de alguma forma se identificam com este local tão especial da cidade de Lisboa. Pretende ainda servir de apoio a quem necessite de informações ou de ajuda de carácter cultural ou social. Deve também contribuir para a divulgação da Pampulha e para a solução dos seus problemas urbanos. Contacte para: gabinetepampulha@gmail.com
PAINEIS DE AZULEJOS DE SANTOS NAS FACHADAS DE PRÈDIOS EM LISBOA
FREGUESIA DA MISERICÓRDIA
REDE CIRCULAR DO METRO DE LISBOA
Gostaríamos de saber o que está previsto para a requalificação do local em apreço, e aqui apelamos para que urgentemente seja constituída uma comissão de acompanhamento constituída por técnicos públicos e privados, ligados aos espaços verdes, por vaticinarmos serem estes os principais sacrificados pelo desenvolvimento do processo em causa, que verificamos não merecerem das entidades envolvidas o cuidado e atenção devidas.
João Pinto Soares
21 DE MARÇO: DIA DA ÁRVORE, DA POESIA E INÍCIO DA PRIMAVERA
Nunca é demais refletirmos sobre a importância das árvores para todos nós.
Se acaso estás cansado,
se uma pena, um cuidado,
uma onda de tédio
te dão a sensação
de que tudo na vida é sem remédio,
vai procurar a sombra de uma árvore,
olha as folhas, os ramos, os botões,
enche de ar os pulmões
a saberás, então,
que essa árvore estava à tua espera,
só para te dizer:
"Queiras ou não,
amigo, é Primavera!"
Se vires uma árvore,
e se fores comigo
faz, Irmão, o que eu faço:
pára e dá-lhe um abraço,
não tens melhor amigo.
(Ó Árvore, Fernanda de Castro, 1973)
João Pinto Soares
RUA DAS PRAÇAS. UMA NOVA FORMA DE FAZER CIDADES.
Dada a grande resistência das entidades responsáveis em plantar árvores na via pública da cidade de Lisboa, bem como o desleixo no seu tratamento posterior, associados ao desinteresse da maioria da população em criar e desenvolver uma filosofia de amor pelas árvores e flores, elementos indispensáveis para uma boa qualidade de vida nas cidades; considerando ainda que esta ausência de árvores, bancos e floreiras é mais gritante nos bairros tradicionais de Lisboa, onde a população é mais idosa e não encontra bancos nem sombras, tendo de se socorrer, em muitos casos , das soleiras das portas para descansar, verificamos com agrado a obra levada a efeito na Rua das Praças, Freguesia da Estrela, que demonstra a ousadia de se tentar um novo paradigma de cidade, com acalmia de transito e a possibilidade de dar aos cidadãos o usufruto da sua cidade de uma forma mais equilibrada.Esperemos que este ensaio venha a ter continuidade em Lisboa, oferecendo bancos, árvores e flores aos lisboetas em todos os locais onde tal seja possível.João Pinto Soares